Teoria do pixel como caminho da felicidade
Sunday Drops 🌊 #152
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Em maio de 2022, escrevi um texto chamado Teoria do Pixel após celebrar o casamento dos meus melhores amigos.
Hoje, 08 de fevereiro de 2026, reescrevo esse texto diante de outro evento avassalador que me marcará para sempre: celebrar o casamento da minha irmã ao lado de pessoas queridas.
Tudo isso me trouxe lembranças sobre esta teoria que trata sobre tema mais importante da vida: o agora.
Para te dar contexto: os noivos adoram farra e, assim, o casamento foi uma semana de celebrações, com casamento civil, pré-wedding e finalmente a cerimônia com festa.
Estávamos rodeados das pessoas mais importantes das nossas vidas e em cada um desses eventos, um pensamento constante foi: só existe o agora. Eu preciso estar presente.
Não temos o amanhã. Só o hoje.
Esse momento de celebração, que foi um dos melhores da minha vida, não voltará. Nem o hoje. Nem esse momento que estou escrevendo esse texto. É isso que temos. O agora.
Nosso senso de urgência da presença da vida se torna mais aguçado quando passamos por alguma situação difícil: um familiar com problemas de saúde, o partir de um ente querido, a saudade de um amor velho. São nesses casos que tendemos a ver que a vida é momentânea, rápida e passageira.
Mas a gente precisa ser releembrado constantemente de que a vida é agora.
Um dos meus textos preferidos que dá o nome a teoria argumenta justamente isso: tendemos a ver nossa vida como uma foto, mas na verdade vivemos em pixel. Para quem não sabe (eu não sabia):
Pixel é o menor elemento em um dispositivo de exibição, ao qual é possível atribuir-se uma cor.
Uma fotografia é resultado de uma série de pixels.
Como diz o texto do Wait But Why sobre felicidade:
Muitas vezes vemos nossas vidas como uma imagem rica, retratando uma história épica e assumindo que a chave para a felicidade está no quadro geral, nos componentes amplos da imagem. Mas isso é um erro, porque não vivemos nos traços largos da imagem. Vivemos o tempo todo em um único pixel da imagem – um único hoje…
Assim, enquanto milhares de nossos hojes, começarão a parecer uma imagem completa, passamos cada momento de nossa realidade real em um pixel hoje normal ou outro. Nosso erro é descartar os dias mundanos e nos concentrar inteiramente no quadro geral, quando na verdade o dia mundano é a experiência de nossas vidas reais..
Não existe um grande marco, nenhum dia mágico em que você finalmente será feliz. A felicidade só existe no presente, num pixel do hoje como qualquer outro.
Tentamos ver a vida como uma foto: Idealizamos ter um momento perfeito no qual tudo que importa para cada um está bem: Efetivação, casamento, família, etc.
O momento perfeito é sempre o amanhã e não o hoje. Mas só pensar na felicidade futura é uma armadilha.
Dan Gilbert, professor de Harvard, diz que tendemos a superestimar o impacto de eventos futuros na nossa felicidade.
“De estudos de campo a estudos de laboratório, vemos que ganhar ou perder uma eleição, ganhar ou perder um parceiro romântico, conseguir ou não uma promoção, passar ou não passar em um teste universitário, e assim por diante, têm muito menos impacto, menos intensidade , e muito menos duração do que as pessoas esperam que eles tenham na felicidade”
A Teoria Pixel nos dá uma pista sobre a felicidade: Devemos pensar a nossa vida como uma sequência de pixels:
Devemos focar em ter um bom dia, pois se tivermos bons dias, teremos uma boa semana e se tivermos boas semanas, tendemos ter um bom mês e se tiver bons meses, tendemos a ter um bom ano e se tivermos bom anos, tendemos a ter uma boa vida.
A partir do micro que se contrói o macro.
Como estamos pensando na menor unidade, que é um dia, a pergunta importante é: O que faz seu dia ser bom?
Cada pessoa é um mundo a parte, então devemos tentar evitar generalizações. Por outro lado, há atitudes comprovadas cientificamente que fazem bem para qualquer pessoa e acabam por gerar felicidade: Exercer a gratidão, passar tempo com as pessoas que você ama, ser otimista e positivo, fazer exercícios, dormir bem, trabalhar com o que você ama, entre outras práticas.
Espero que esse texto te faça refletir sobre pensar no momento presente, e que, no começo de cada dia, você possa criar um pixel novo mais leve, feliz e luminoso.
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Curioso que na pesquisa do artigo sobre a Brex 3.0, Pedro comentava também sobre a teoria do Pixel. Você pode ouvir ele falando sobre esta teoria aqui.
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